Home office, híbrido ou presencial? Como líderes de alto desempenho estão redesenhando a estrutura de trabalho

Dados apontam que empresas brasileiras apostam 86% a mais no modelo híbrido do que o resto do mundo

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Home office, híbrido ou presencial? Como líderes de alto desempenho estão redesenhando a estrutura de trabalho
Foto: GCMais

Mesmo após cinco anos desde a pandemia, os resquícios do isolamento continuam sendo aplicados no mundo dos negócios. Agora, com a tecnologia aprimorada, muitas empresas estão se reestruturando para criar o melhor e mais produtivo método de trabalho e, ao mesmo tempo, lucrar com isso.

Com diversos benefícios, o home office mostrou que veio para ficar, seja apenas alguns dias da semana ou todos os dias de trabalho. O relatório feito pela consultoria JLL no ano passado apontou que o Brasil segue sendo o país que mais arrisca o modelo híbrido do restante do mundo, com 86% de empresas que utilizam essa ferramenta.

Ao mesmo tempo que reduz custos da empresa, pelo transporte, acomodação do funcionário, gastos de equipamento entre outros, o funcionário ganha qualidade de vida. Sem mais perder tempo com transporte, o rendimento de muitas pessoas aumenta quando está em um ambiente confortável e isolado.

Diante desse cenário, as saídas das empresas têm  se adaptado a esse ambiente digital e criado estratégias que facilitem esse processo. Os prédios comerciais são utilizados atualmente como um ponto de encontro dos funcionários para reuniões de alinhamento interno ou até mesmo para encontros presenciais com clientes.

Para o mentor empresarial e especialista em otimizar processos comerciais, Antônio Carneiro, existem muitas ferramentas que ajudam a potencializar o trabalho em meio a essa nova estrutura. “O modelo híbrido representa hoje a evolução natural das relações de trabalho, que combinam flexibilidade e produtividade de forma estratégica. Líderes de alta performance entendem que não se trata apenas de escolher entre home office ou presencial, mas de redesenhar processos e culturas organizacionais para potencializar o engajamento e o desempenho das equipes. Investir em ferramentas tecnológicas avançadas, promover uma comunicação horizontal e liderar pelo exemplo são atitudes essenciais para criar ambientes colaborativos que entreguem resultados superiores, reduzam custos e valorizem a qualidade de vida do colaborador.”

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