Confesso: nunca fui muito fã da saga Avatar. Sempre reconheci o impacto tecnológico e o sucesso estrondoso da franquia criada por James Cameron, mas a história em si nunca esteve entre as minhas preferidas. Ainda assim, decidi dar uma nova chance e fui surpreendida.
O filme é longo, daqueles que exigem disposição e, de certa forma, entrega. Mas mesmo com a duração extensa, consegui assistir até o final sem aquela sensação de cansaço extremo. Visualmente, é impossível não se impressionar. Cada detalhe de Pandora é construído com uma riqueza estética que prende o olhar. A fotografia é deslumbrante, os efeitos especiais são impecáveis e a imersão é real.
Se para mim foi uma experiência positiva, para o meu filho de 10 anos foi simplesmente encantadora. Ele amou do início ao fim. Vibrou com as cenas de ação, se emocionou com os personagens e saiu da sala falando sobre as criaturas e os cenários com brilho nos olhos. E isso diz muito. Avatar tem essa capacidade de dialogar com diferentes gerações.
Assistir no Cinépolis do RioMar Fortaleza contribuiu para a imersão. A qualidade da projeção, o conforto das poltronas e principalmente o som potente ajudam a sustentar a grandiosidade da produção. É o tipo de filme que ganha força na tela grande.
No fim das contas, mesmo não sendo fã da saga, reconheço que Avatar é um espetáculo cinematográfico. Pode não ser o meu filme favorito, mas é impossível negar sua grandiosidade e a capacidade de encantar, especialmente os pequenos.





